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As Câmeras de Filme Mais Importantes da História”, e quais você pode ter! – Parte 1 de 2

por em 08/05/2012
 

"Olympus Trip 135 and a goodbye" por { don't forget me }

Hoje e amanhã vamos falar de câmeras antigas. Pra ser mais exato, uma lista das câmeras de filme mais importantes de todos os tempos.

Uma revista (cujo nome só vou divugar amanhã, pra não estragar a graça e a surpresa da lista ;-) publicou uma lista com o que, segundo eles, seriam as cinquenta maiores câmeras, ou câmeras mais importantes, de todos os tempos. Destas, 32 eram câmeras de filme, e é sobre elas que vamos falar aqui, tanto vendo o que os caras da revista falaram, quanto fazendo meus próprios comentários. Vamos ver quais são fáceis de achar, quais são raras, quais são caras, quais são baratas.

A lista está em ordem decrescente, mostrando somente os modelos analógicos. O texto original vai estar em preto, e os meus comentários vão estar em azul. Hoje vamos mostrar as 16 câmeras mais abaixo no ranking, e amanhã as 16 mais bem colocadas. Simbora:

48. Pentax K1000: Foi produzida entre 1976 e 1997, e se você foi a alguma escola de artes durante esse período, provavelmente foi essa a câmera que você usou. E elas continuam disponíveis hoje, Sua longevidade a tornou significante, apesar de seu desenho ordinário. Ela já estava obsoleta em 1976, mas sua simplicidade e preço baixo a tornaram uma câmera popular pra todas as horas.

[Essa câmera é um barato, e é barata. Fácil de encontrar no Mercado Livre, ou em lojas e feiras de antiguidades, possui um bom mercado de lentes usadas, e produzem lindíssimas imagens. Já dei workshop pra uma turma em que três alunas, coincidentemente, estavam com K1000 em perfeito estado! :-]

47. Sinar Norma: Criada em 1947 como uma câmera de grande formato de alta precisão, com um sistema de partes que eram facilmente trocadas. O nome Sinar é um acrônimo para as palavras “eStúdio, Indústria, Natureza, Arquitetura e Reprodução, que resume a versatilidade do sistema. A Sinar Norma, fabricada de 1947 a 1970 é um ícone industrial e de design.

[Nunca ouvi falar…mas essas câmeras de fole, de grande formato, são demais, né? Já tive a chance de usar uma, e ainda quero uma pra mim ;-)]

45. Canon F-1: Foi produzida entre 1971 e 1976, e foi o modelo que introduziu no mercado o sistema de lentes FD da Canon. A F-1 foi a primeira câmera SLR da Canon de nivel realmente profissional, suportando uma grande variedade de acessórios e partes intercambiáveis para que pudesse ser usada para diferentes fins.

[A F-1 é um ícone, e um sonho de consumo. As poucas vezes que cruzei com uma em lojas e feiras de antiguidades, não sabia o quão importante e boa ela era, e por isso deixei passar. Se esbarrar com ela por aí, não cometa o mesmo erro que eu cometi, combinado?]

44. Pentax Auto 110: Lançadas em 1978, a 110 e a 110 Super foram SLRs feitas pela Asahi Pentax. A Auto foi lançada com três opções de lentes intercambiáveis. Precursora dos atuais formatos compactos, foi aclamada como tendo sido a menor câmera de lentes intercambiáveis criada com qualidade profissional.

[Nunca tinha ouvido falar também… mas já viu o tamaninho dela? deve ser muuuito legal de usar :-) Não me espantaria de cruzar com uma dessas em uma feirinha e ver colegas desconsiderando ela por causa do seu tamanho…] 

40. Canon T-90: Muitos de vocês parecem ser bem apegados à Canon T-90, que foi lançada em 1986, como a topo de linha da série T de câmeras SLR de 35mm. Foi a última câmera de nível profissional de foco manual da Canon, e a última a usar as lentes de “baioneta” FD. Apesar de ter sido rápidamente superada pela revolução do sistema de foto automático das lentes EOS (Eletro-Optical System) lançado pela Canon pouco mais de um ano depois do seu lançamento, a T-90 foi pioneira em vários conceitos vistos em câmeras de alto nível até hoje, principalmente a interface de comandos e menus, a qualidade industrial e o auto grau de automação. Graças à sua construção parruda, a T-90 foi apelidada de “O Tanque” pelos fotojornalistas japoneses. Muitos fotógrafos e revendedores ainda dão grande valor à T-90 mesmo depois de 20 anos, e muitos consideram que ela foi a melhor câmera já lançada pela Canon.

[Olha, vou te contar… o design horroroso típico dos anos 80 não perdoou nem as câmeras SLR. Que câmera feia! Mas os caras falam tão bem dela, que eu bem que gostaria de ver se esse tanque é bom de guerra mesmo…]

38. Olympus OM-1: A OM-1 é realmente uma das mais amadas e respeitadas SLRs. O primeiro modelo foi lançado em 1972 e foi chamada de M-1. Treze anos antes, o lançamento da Nikon F fez das SLRs de 35mm a escolha padrão para profissionais acostumados a usar Leicas e outras rangefinders, mas também direcionou o mercado para câmeras pesadas e parrudas. A Olympus M-1 mudou tudo isso iniciando um processo de redução de tamanho, peso e ruídos, das SLRs de 35mm. Já que as “flagships” das rangefinders da Leica são conhecidas como “Série M”, a companhia reclamou do nome “M-1”, forçando a Olympus a renomear a câmera para OM-1.

[Olha… essa conversa toda me deixou babando nessa bichinha. Ela realmente é um charme, e deve ser deliciosa de se usar. Alguém tem uma pra vender? :-P Agora, falando sério, essa também eu já vi por aí, à venda, e na mão de alunos e colegas. Sinal de que ela não é tão difícil assim de conseguir… ]

35. Mamiya RZ67: A Mamiya RZ67 é o “burro de carga” da indústria profissional, e um sistema modular, composto por lentes, visores, gabinetes para filmes… tudo intercambiável. Este modelo foi criado primeiramente para uso em estúdio, mas também é usado em sessões ao ar livre.

[Marca desconhecida pra maioria de nós, amadores, as câmeras Mamiya são conhecidíssimas e respeitadíssimas entre profissionais, principalmente os da era das analógicas. Sendo uma camera “estilo Hasselblad”, pode ser encontrada, não por menos de R$500,00, em lojas de câmeras antigas mais especializadas, como as existentes no centro de São Paulo. Deve ser deliciosa de usar, mas é um investimento pra quem realmente quer entrar na brincadeira dos médios formatos (filmes 120, 22o e outros de formatos maiores que o famoso 35mm)…]

32. Canon A-1: Lançada em 1978, a A-1 tem grande significado histórico por ter sido a primeira SLR a oferecer um modo de programação de exposição automático controlado eletronicamente. Ao invés de o fotógrafo ter que escolher uma velocidade do obturador (f-stop) para congelar ou embaçar com movimento, ou escolher uma abertura de diafragma para controlar a profundidade de campo (DoF), a A-1 tem um microprocessador programado para selecionar automaticamente uma exposição com base na medição de luz do fotômetro. Hoje todas as câmeras possuem pelo menos um modo de Programa.

[Aêeeee! Eu te-nho! Eu te-nho! :-D Ô câmera boa de usar! Tudo bem… ela é pesada. Mas também é parruda, firme de pegar, tem lentes boas e baratas, da baioneta FD, aos montes por aí pra comprar e trocar e, se der preguiça, tem modo automático! :-D Tô com ela a coisa de um mês, e continuo apaixonado. Recomendo fortemente, tanto ela, quanto as irmãs quase-gêmeas: AE-1, AE-Program. E, sim, são fáceis de achar.]

31. Nikon FM2: A FM2 não foi desenhada para usuários que nunca se dariam ao trabalho para parar e aprender velocidades de obturador e aberturas de diafragma, mas sim para fotógrafos sérios que demandavam uma câmera resistente e robusta. Na época do lançamento da FM2, em 1982, a Nikon acreditava que fotógrafos avançados não estariam interessados em cada detalhe de nova tecnologia, mas sim em alta qualidade e precisão manual. A FM2 é, de fato, uma câmera para fotógrafos.

[O fetiche que os Canonzeiros têm com a A-1, os Nikonzeiros têm com a FM2. Aliás, pelo tom do texto, eu diria que quem escreveu esse review também é um Nikonzeiro ;-) Mas rixas à parte, apesar de nunca ter usado uma destas, sou testemunha de que é uma câmera pra vida inteira, e que é uma câmera “pra casar e ter filhos”. Mais difícil de achar no mercado do que outros modelos, ainda pode ser vista pelo Mercado Livre e fóruns de fotografia.]

30. Pentax ME F: Foi a primeira câmera SLR de 35mm com autofocus (AF) a ser produzida. Ela possui um sistema detector de contraste embutido que determinava automaticamente o foco de um objeto e direcionava a lente para esse foco. Porém, o autofocus era falho, e a câmera foi um fracasso comercial. Mas mesmo assim a ME F foi um marco tecnológico no mundo das câmeras, apontando o caminho para as SLRs com dispositivos AF de hoje em dia.

[Maaaais uma SLR “revolucionária”… essa lista tá ficando meio repetitiva, né?  Mas, ok… é bom saber que existem tantas boas (ou mais ou menos boas) SLRs perdidas em armários e lojas de antiguidade esperando a gente… até porque, numa boa, quem é que compra uma SLR suuuper vintage pra usar autofocus?]

29. Rolleiflex TLR: As Rolleiflex TLR (twin lens reflex) de médio formato lançadas em 1929 foram amadas devido ao seu tamanho compacto, leveza, ótica superior, mecânica durável e viewfinders claros. O mecanismo interno de passagem do filme era robusto e inteligente, tornando o carregamento dos filmes um processo semi-automático e rápido. Uma grande variedade de acessórios fez dessa câmera um sistema completo, permitindo cluse-ups, adição de filtros e uso de tripés sem grandes complicações. Ainda é muito utilizada e amada, principalmente por fotógrafos de arte.

[Eu achei que essa bichinha fosse estar nos “Top 5” dessa lista. Afinal, quem nunca ouviu falar da famosa Rolleiflex da foto ao lado, ou uma de suas variáveis? Até hoje, quando queremos falar de uma TLR, é sempre o nome “Rolleiflex” que vem à mente. Eu quero uma dessas. E quem não quer?]

28. Nikon SP Rangefinder: A SP é uma câmera rangefinder 35mm de um nivel profissional, com lentes intercambiáveis, lançada em 1957, como ápice do processo de desenvolvimento das Nikons Rangefinder, que começou em 1948, com a Nikon I. Foi considerada a rangefinder mais avançada do seu tempo.

[Essa me pegou de surpresa. Rangefinder da Nikon? Nem imaginava que isso existia. Mas ela é bem bonitinha, né? Nunca vi nenhuma por aí. Se existir no Brasil, deve ser rara… uma pena.]

27. Bronica EC-TLII: Conhecida injustamente como a “Hasselblad dos pobres”, a “Bronnie” foi a primeira médio formato de muita gente. Um preço razoável combinado a uma enorme variedade de lentes fez dessa câmera uma ótima escolha para entusiastas.

[Nunca ouvi falar, mas me empolguei! Uma Hasselblad dos pobres? É comigo mesmo! :-D Pena que no Mercado Livre as pessoas não saibam disso. As únicas Bronicas que encontrei lá estavam mais caras que a Hassel que vi no centrdo de SP outro dia! Coisa de brasileiro malandro, com certeza…]

26. Hasselblad 500EL: Em 1964, a Hasselblad iniciou a produção da motorizada 500 EL. Apesar do compartimento que incorporava um motor drive e baterias, a EL era bem similar em aparência e modo de usar da Hasselblad 500C, e usava os mesmos magazines, lentes e visores.

[Uma Hassel com motor… nem sabia que existia. Mas não é muito a minha praia. Próxima, por favor?]

24. Holga 120N: Poucas câmeras criaram sua própria estética como a Holga fez. É uma toycamera barata de médio formato, feita na China. A construção de baixo custo da Holga, assim como suas lentes simples dão às suas fotos  as famosas vinhetas, embaçados, vazamentos de luz e outras distorções que levaram essa câmera a construir um culto de seguidores.

[E quem diria que numa lista das 50 câmeras mais importantes da história, a Holga, a boa e velha Holga, a vagabundérrima Holga, a “câmera de plástico” Holga, a “câmera de brinquedo” Holga… estaria em vigésimo quinto lugar, hein? Hein?  HEIN SEUS CARETAS CONSERVADORES? AJOELHEM-SE FRENTE A RAINHA DAS TOYCAMERAS!… Mas, convenhamos. Ela é feia pra cacete, né? Poderia ser um pouco mais simpática…]

23. Kodak Retina IIIC: A Retina, lançada em 1936, era uma câmera de fole compacta pioneira no formato 135 (35mm). A Retina IIIC apareceu somente em 1957, e foi a quinta e última variação do modelo original.

[Olha que coisa MAIS FOFA! :-) Essa é uma daquelas que você encontra nas feiras de antiguidade e nem sabe como começar a testar pra ver se está ou não funcionando, e acaba comprando nem que seja pra decorar a estante… mas deve ser muito doido fotografar com uma, né não? Eu compraria…]

Bom, chega por hoje, né? Amanhã a gente fecha a lista. Quais serão as câmeras top de lista? Qual será a número 1? Será que é uma analógica? Será que é uma digital? Será que é uma Pinhole? Será que você tem ela em casa? Tchaaaaaaannnnnn!

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comentários
 
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  • William de Paula
    05/08/2013 em 8:29 am

    Sou amador e esse Queimando Filme está salvando minha vida, haha.
    Aliás, comprei uma PENTAX K-1000 mas não sei quase nada sobre ela e gostaria de pedir sua ajuda pra esclarecer algumas(muitas) coisas, rs:
    1.O espelho que fica em seu interior, está fechado, sendo assim, o visor da câmera fica todo preto, não dá pra ver nada. Qual pode ser o problema? Tentei abrir manualmente o espelho mas ele fecha em seguida.
    2. É preciso ter filme na máquina para o visor ser “liberado”?
    3. Sobre aquela entrada de bateria abaixo da câmera, a bateria é para que?

    Acho que seria interessante um post sobre essa máquina, não encontrei nenhum material em Português que esclarecesse minhas dúvidas :/

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    • 05/08/2013 em 11:21 am

      Opa William! Aparentemente seu espelho está travado. A solução é mandar pra revisão. A bateria serve pro fotómetro e não, não é necessário colocar filme na máquina pra que esse ou qualquer outro recurso fique disponível, ok?

      Sobre a ideia do post sobre a K1000, é uma boa sugestão! Obrigado! :-)

      Responder

  • 16/03/2013 em 3:30 pm

    a A-1 faz duplas exposições!!!!!!!!! linda demais! amo essa camera!

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  • Abrahaoms
    18/06/2012 em 3:46 pm

    Legal o post André
    Rever estas cameras foi um saudosismo, fui aluno de uma escola Imagem e Ação em SP e lembro que sai com uma Pentax 1000 para um workshop como o professor. Deu uma vontade de comprá-la. Ontem estava desfazendo de uma Canon EOS Rebel X mas depois deste post vou colocá-la para trabalhar novamente, que belas fotos já tirei com a Canon. Vc acha que os filmes 35 mm não serão fabricados mais? Tens algumas dicas de locais de venda para 35? Abcs.

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  • Andressa
    11/06/2012 em 8:22 pm

    Gente, tem Holga e não tem yashica! COMAÇIM PRODUÇÃO
    haha, brincadeiras a parte, curti muito o post! Tenho vontade de comprar pelo menos metade da lista, mas ainda to tentando resolver o probleminha com a minha yashica… e achei uma yashica tlr aqui na minha cidade, portanto estou tentada a largar tudo por ela e… e… enfim XD
    Adorei o post ^^”

    Responder

  • 09/05/2012 em 1:25 pm

    Sou usuário da OM-1 (e OM-2) é uma maravilha de camera, as lentes, tudo. Merecia colocação melhor

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  • 08/05/2012 em 7:01 pm

    André, aproveitando que citou a Canon A-1 (a nº 32), queria te perguntar quanto custaria uma que eu possuo, do mesmo modelo – pode ser? Tenho uma foto dela aqui, e se quiser podes ver mais aqui, e detalhes da condição dela:

    http://www.flickr.com/photos/almaia/6201186457/

    Precisando, podes até pedir mais fotos!
    (claro, se não for abusar…)

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  • 08/05/2012 em 5:18 pm

    Tenho 3 OM-1. Cada uma com um tipo de visor diferente no prisma (A OM disponibiliza uns 12 tipos).
    Recomendo demais caro André. Sou fã das Olympus, foi minha primeira câmera, lentes excepcionais que cabem com adaptador nas canon digitais e um clique de obturador super gostoso.

    Pena que a galera está cobrando muito caro. Mas por R$300 vc consegue uma com a 50mmf1.8 que é show.
    Belíssimo artigo!

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  • 08/05/2012 em 2:40 pm

    Legal! Dessas aí, eu tenho a T90, a K1000 e uma OM2sp (descendente da OM1, mas com modo program, prioridade de abertura e fotômetro spot).
    Concordo q a T90 é feia, mas é uma p*ta câmera. Ela tem fotômetro multi-spot, como qual vc pode fazer várias leituras de luz e ela te mostra as diferenças entre as leituras em uma escala no visor, ajustando automaticamente pra média das leituras e ainda te dá a opção de compensar a fotometria à vontade. O problema é q ela grandalhona, barulhenta e o multi-spot não funciona em modo manual.
    A minha K1000 tá precisando de ajustes no fotômetro e nas velocidades do obturador. Mas a camera é tão simples q eu decidi q vou consertá-la por conta própria. Baixei um manual de reparos pra essa camera e já descobri o q tenho q fazer. Só me resta reservar um tempinho pra desmontar a bichinha e ajustar.
    E a OM2sp é a câmera q eu levo comigo pra todo canto. Além de ter fotômetro spot, é pequena e discreta (para uma SLR) e é uma delícia de usar!

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    • 08/05/2012 em 3:56 pm

      Isso é que é colecionador! Já tá até fazendo manutencão sozinho… me lembrou aqueles donos de carros antigos que passam as horas vagas reformando e consertando os “carangos” :-)

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      • 08/05/2012 em 11:55 pm

        Nem tanto, André. Só me arrisco a fazer consertos simples em equipamentos baratos. Embora certa vez eu tenha me arriscado a trocar o motor de foco de uma objetiva Canon 50mm 1.4. Ainda bem q deu tudo certo.

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  • Reuel Almeida
    08/05/2012 em 1:18 pm

    Estava precisando mesmo de uma lista dessa. Brigadão por compartilhar!!!

    Abs

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  • Joao Pedro
    08/05/2012 em 1:12 pm

    tenho minha k1000, funcionando perfeita, só a aparência que não esta la essas coisas, mas logo vou ver se encontro alguem que restaure *_*

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  • 08/05/2012 em 1:09 pm

    sinceramente não entendi o porque de não falar de qual revista você está pegando esse conteúdo. se fosse inédito e lançado em conjunto, tudo bem, mas duvido que seja. me lembro da photography monthly ter feito uma lista dessas uns anos atrás. e é so dar uma busca no google que deve ser fácil achar a lista que você está copiando.

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    • 08/05/2012 em 3:53 pm

      Opa André! Ë aoenas uma brincadeira. Não sei se você reparou, mas eu disse que não ia dizer no post de hoje, pra não estragar o suspense de quem quer esperar até amanhã pra ver o final da lista.

      É claro que quem quiser pode procurar no Google. Mas quis apenas evitar o spoiler de exibir indiretamente os primeiros lugares da lista praqueles que querem participar da brincadeira… :-)

      Responder

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