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As Câmeras de Filme Mais Importantes da História”, e quais você pode ter! – Parte 2 de 2

por em 09/05/2012
 

Hoje vamos continuar a lista de ontem. Como prometido, vou falar de onde veio essa lista.

A revista foi a Photography Monthly, e agora vamos ver a parte final da lista, formada pelas 16 câmeras de filme mais importantes apontadas pela revista.

20. Olympus Trip: A Trip foi lançada em 1967 e descontinuada em 1984. O nome fazia referência ao seu mercado-alvo, ou seja, pessoas que queriam uma câmera compacta para fins de semana e períodos de férias. Mais de dez milhões de unidades foram vendidas. Ela possui um fotômetro de selênio movido à energia solar e apenas duas velocidades de obturador. Apesar de a Trip estar voltando à moda graças a sua qualidade e credenciais ecológicas, você ainda pode pagar 10 libras (cerca de 40 reais) por uma.

[Calúnia! Injustiça! Ela deveria estar nas Top 5! Já viu câmera mais “eterna” do que essa? A bixinha é popular durante duas décadas, cai no ostracismo, e agora volta a ser a câmera vintage mais popular do mundo! Mas, voltando… taí uma câmera que todos podem ter. São fáceis de ser encontradas, geralmente estão em bom estado, e custam sempre entre 50 e 200 reais…]

19. Gandolfi: O fabricante de uma das mais incríveis câmeras de grande formato artesanais jamais criada. Baseado em Londres, vem fazendo e consertando câmeras desde 1885.

[Ué… não entendi. Não era uma lista de câmeras? Cadê a câmera? Digo, o cara faz várias câmeras incriveis… mas cadê A CÂMERA que ganhou o décimo nono lugar nessa lista? Mas, cá entre nós, fiquei curioso de conhecer esse cara. Deve ser tipo, sei lá, o Gepeto, o Stradvarius das câmeras fotográficas! Olha o site do cara…]

18. Pentax 6×7:  Favorita de qualquer profissional que já trabalhou com ela durante os anos setenta e oitenta, apesar do seu peso e tendência a passar mais tempo no conserto do que em uso. A Pentax 6×7 se parece, e é operada como se fosse, uma SLR 35mm tradicional, mas é carregada com filmes 120 ou 220, produzindo de 10 a 20 quadros em formato 6×7. Não tem como não amar essa câmera, com sua empunhadura de madeira e construção parruda.

[Parece uma SLR 35mm com cachumba, né? Mas eu me amarrei… adoraria tirar umas fotos em 120m com jeitão de 135. Infelizmente nunca vi uma dessas por aqui…]

17. Rollei 35: A Rollei 35 é uma câmera 35mm de visor direto em miniatura lançada em 1966, quando foi então a menor câmera de formato 135 já lançada.. Mesmo hoje em dia, a série Rollei 35 continua sendo a menor câmera 35mm com funcionamento mecânico jamais construida.

[DUVIDO que você não tenha pensado, seja homem ou mulher, “ai que coisa mais fofinha!” quando viu essa foto. Eu adoraria ter uma dessas. Mas também nunca vi no Brasil…]

16. Zeiss Contaflex Super BC: A Contaflex SLR, apresentada em 1953, foi a primeira  SLR de 35mm equipada com um obturador de folha entre lentes. A Super, lançada em 1959, é fácilmente reconhecida pela roda na parte frontal destinada ao ajuste da abertura.

The Contaflex SLR, introduced in 1953, was one of the first 35mm SLR cameras equipped with a between-the-lens leaf shutter. The Super, launched in 1959, is easily recognisable by the wheel on the front plate for setting the aperture.

[Tem seu charme, né? Não sei se já vi ela por ai, mas acho difícil… só se alguém comprou na Alemanha e trouxe pro Brasil na década de 50. Porque acho difícil ela ter sido vendida no Brasil…]

15. Leica III: Essa rangefinder peculiar, lançada em 1933, usava um telêmetro apartado do visor direto. O visor era configurado para lentes 50mm e para se usar outras lentes deveriam ser acoplados visores avulsos.

[Não me batam, mas não acho graça nessa Leica. Acho complicada, feia, trombolhuda. O pior é que ela é fácil de achar! No centro de SP, na Angel Foto, tem umas duas delas pelo menos…]

14. Olympus Pen: As câmeras de meio quadro, lente fixa e visor direto Pen foram fabricadas entre 1959 e o início dos anos 80. A original foi uma das menores câmeras 135 já feitas.

[O nome “Pen” é usado até hoje pela Olympus pra câmeras digitais, e sendo assim existem dezenas de modelos de “Olympus Pen”. A citada aqui é a primeira, ou são as primeiras, de meio-quadro. São facílimas de encontrar, assim como a sua “irmã” Olympus Trip 35, em seus vários modelos: EE, EE-S, e outros…]

13. Polaroid SX-70: A SX-70 original era linda, com um corpo em fole e acabamento em cromo escovado e placas de couro tingido. Ela tinha uma grande variedade de acessórios, incluindo lentes close-up, controle remoto elétrico e encaixe para tripé.

[Apesar do termo “SX-70” ter se tornado com o passar dos tempos sinônimo de um tipo de filme para câmeras Polaroid, de fato foi, antes, o modelo de – na minha opinião – uma das câmeras mais fantásticas e charmosas já criada. O texto original não fala, mas ela era uma SLR, ou seja, o que você via pelo visor era o que de fato entrava pela lente, diferente da maioria das Polaroids mais modernas, que usam sistema de visor direto. Ainda é possível achar uma câmera dessas, mas não ache que elas podem ser encontradas por 100 reais, como os modelos 636, ou One Step, dos anos 80 e 90. Essas belezinhas são as Ferrari das Polaroids, e merecem o respeito – e o valor – devido.]

12. Ilford Witness: A Ilford Witness foi uma rangefinder com lentes intercambiáveis apresentada em 1947, mas lançada apenas em 1953 devido a dificuldades em sua fabricação. Um verdadeiro segredo industrial, devido a sua qualidade e raridade.

[Lindinha, né? Mas como o texto diz, essa é raridade no mundo inteiro. Ou seja, se vir uma dessas por aí, mesmo que quebrada, compre, só pra dizer que tem uma :-D ]

09. Nikon F: Apresentada em 1959, tornando-se um sucesso imediato, a Nikon F introduziu o conceito de SLR 35mm modular e mudou a forma como fotógrafos podiam fotografar, desde estúdios de moda de Londres até zonas de guerra no Vietnam. A o padrão “baioneta F” é usado até hoje, sem grandes alterações, a não ser por pequenos refinamentos pra acompanhar evoluções tecnológicas.

[Se existe UMA razão real pros Nikonzeiros tirarem onda em cima dos Canonzeiros, é essa câmera. Véi… a Nikon práticamente INVENTOU A CÂMERA SLR COMO CONHECEMOS HOJE ao lançar esse modelo! É ou não é digno de tirar onda? E nem preciso falar o que você deve fazer se cruzar com uma dessas na rua, né? Diga “Amém”!]

08. Leica M4: Um clássico dentro da lendária Série M, a M4 foi apresentada em 1967 como sucessora direta da M3 e M2. Três modificações ergonômicas foram incorporadas na M4 um novo, diferente, sistema de avanço de filmes, assim como um novo sistema de rebobinamento, um timer e alavancas de seleção de formatos de quadro.

[Well… é uma Leica da Série M. Se aquela Leica III era meio estranha, as da série M eram, e são, até hoje, umas lindezas. Quero essa. Quero todas.]

07. Mamiya 7II: A Mamiya 7II é uma câmera rangefinder de médio formato com lentes intercambiáveis, mas não é muito maior do que uma SLR topo de linha. Silenciosa, compacta e leve, a 7II possui um adaptador para criar imagens panorâmicas.

[Até onde sei, não é fácil encontrar uma Maiya assim em qualquer esquina. Mas taí uma que me deixou curioso. Não é das mais charmosas, mas uma rangefinder que troca de lente pode ser algo bem divertido…]

05. Contax RTS-3: A RTS (sigla para “Real Time System”, ou Sistema de Tempo Real) foi criada pelos estúdios de design da Porsche e marcou o início da nova linha de câmeras SLR da Contax que chegou a apresentar 13 modelos diferentes. A RTS-3 se tornou um sucesso instantâneo entre fotógrafos profissionais no momento em que foi lançada graças ao seu visual, qualidade de construção e qualidade de imagem.

[Realmente uma bela câmera… mas depois de tantas décadas de belas câmeras disponíveis pra nós que gostamos das antigas, não gastaria muito dinheiro nessa não…]

04. Minox: A Minox é famosa por suas câmeras em miniatura. Originalmente lançadas como itens de luxo, ganharam fama como câmeras de espionagem durante a Segunda Guerra Mundial. A fabricação foi transferida da Latvia para a Alemanha depois da guerra. A Minox continua a fazer câmeras em miniatura até hoje.

[Recentemente, no workshop que dei no Rio de Janeiro, tive a chance de brincar com uma dessas. Parece uma câmera de brinquedo, mas não é. São câmeras com uma quantidade razoável de recursos pro seu tamanho (essa aí do lado é do tamanho de uma Trip 35 ou de uma LC-A), e tem todo um charme dessa tampinha da frente que fecha. Esse meu aluno comprou no Mercado Livre, se não me engano.] 

03. Hasselblad 500CM: A primeira escolha em médio-formato dos profissionais durante os últimos 40 anos, a 500 foi a segunda geração das câmeras Hasselblad de formato 6×6 e foi lançada em 1957. Sua construção confiável, lentes de alta qualidade e facilidade de uso a tornaram a melhor amiga dos fotógrafos profissionais, independente do que eles estivessem fotografando.

[A clássica Hassel do nosso imaginário. Eu queria uma só pra dizer que tenho uma Hassel.. ;-) Brincadeirinha. Se eu tivesse uma, passaria a tirar fotos com filme 120 até não aguentar mais. Elas são fáceis de achar, mas são caras, por motivos óbvios]

01. Kodak Brownie: A Brownie, lançada em 1900, popularizou a fotografia de baixo custo e introduziu o conceito de “snapshot”. A Brownie original, feita em papelão, tirava fotos de 2.25 polegadas. O modelo 127 vendeu milhões de unidades entre 1952 e 1967.

[Aqui vale um complemento pra quem não entendeu o porque da Brownie estar em primeiro lugar. O termo “snapshot” pode ser traduzido literalmente como “instantâneo”, e se refere a possibilidade/hábito de simplesmente se apontar a câmera para algo e se tirar a foto. Hoje todo mundo faz isso com todas as câmeras. Mas antes da Brownie, fotos eram tiradas apenas posadas, com calma, e equipamentos bem mais complicados. Ou seja, ela foi a primeira câmera pra uso de amadores da história. Muitos fotógrafos famosos do século passado, como Henri Cartier-Bresson, começaram a fotografar, em sua infância, com uma Brownie.

Portanto, quando você esbarrar com uma dessas numa feira de antiguidades, mude seu olhar de estranhamento pra olhar de respeito, e pense na importância dela, e no quão revolucionária ela foi ;-) Câmeras Brownie originais, assim como suas imitações, podem ser encontradas com bastante facilidade, porém raramente em bom estado estético e de funcionamento. Mas se estiverem bonitinhas, dão ótimos objetos de decoração. E quando alguém perguntar “que câmera estranha é essa na sua estante?” você pode encher o peito de orgulho e contar a história dela e da sua importância no mundo da fotografia…]

Bom, gente, é isso. Chegamos ao fim da nossa lista das câmeras analógicas mais importantes pro pessoal que redigiu a lista da história. Pra ver a lista completa das 50 câmeras, incluindo as digitais, e sem ter o prazer de ler meus comentários inúteisé só clicar aqui


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comentários
 
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  • Fábio Lafaiete
    04/12/2015 em 7:28 pm

    André, boa noite.
    Amigo, excelente artigo!!! Fantástico!!! Principalmente, porque você falou sobre a Pentax 6×7! Confesso que essa câmera não me abandona os pensamentos. Já disse para a minha noiva que, se eu não comprar uma Pentax 6×7, vou ficar doente!!! Rsrsrs.
    Gostei que você mencionou sobre a frequência com que ela vai para manutenção (eu não sabia disso). Mas, mesmo assim, ainda quero comprar uma… na verdade, duas! Rsrsrs. Pensei em deixar uma analógica mesmo, e outra, caso eu consiga um back digital para ela. Aí, vem a minha pergunta: existe, realmente, não digital para a Pentax 6×7? Já procurei pela Internet, só encontrei informações pela metade, no que se refere à isto.
    Agradeço, pelo artigo que você publicou aqui. Repito: excelente!
    Muito obrigado! E, um excelente final de semana! :-))

    PS: Assim que eu comprar a minha Pentax 6×7, escreverei contando minha experiência com ela!
    Forte abraço!

    Responder

  • Eduardo
    01/09/2012 em 12:55 am

    Pô, faltou na lista a Nikon F6, a câmera de filme para uso geral com mais tecnologia embarcada que já foi feita até hoje. Tudo bem, é uma câmera moderna e contemporânea, ainda fabricada atualmente, em uma briga praticamente injusta com as digitais. Ela não tem o glamour das antigas, não marcou uma era, mas é um símbolo do nível técnico ao qual a fotografia analógica conseguiu chegar, do quanto o presente pode conviver em harmonia com o passado. Definitivamente, uma câmera como nunca existiu, e talvez, após ela, nunca mais vá existir…

    Responder

  • Yt Silva
    21/08/2012 em 4:38 pm

    André gostei muito de ler, atrasado, esse bem escrito documentário. Quero deixar um pequeno reparo: Foi uma injustiça deixar de fora da lista qualquer uma das câmeras da série Minolta SRT, destacando o sucesso que a SRT-101 fez entre os de bolso mais curto, disputando mercado pau a pau com a Pentax K1000. Produzia imagens com uma precisão sensacional e ainda por cima aguentava pancada. Verdadeira “Amélia”.

    Responder

  • 22/07/2012 em 8:46 pm

    na minha opinião faltou uma zenit, mas tudo bem. dessas ai nesse momento eu estou louca por uma Olympus Trip, Olympus Pen e uma Kodak Brownie.

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  • 12/05/2012 em 3:19 pm

    Olha, sinceramente, se o critério é importância histórica, a lista é mais que equivocada
    Para começar, uma minox na frente de uma trip? não faz qualquer sentido. O impacto cultural da trip é incomparável, figuraria facilmente no segundo lugar da lista, na frente, inclusive da Hasselblad.
    Duas contax? Melhor nem comentar.

    Ilford Witness? lendária, um mito da fotografia, nunca conheci alguém que sequer tivesse visto uma. O segredo de sua construção é patente secreta, então como se pode falar que ela tem alguma importância histórica?

    A ausência das Leica R no top 10 é um fato lamentável (o fato de que o “screw mount” era a montagem padrão das rangefinders dá época é um fato desprezível?”)

    Colocar a M4 na frente da M3 é meio complicado, não acham?
    Vamos ver o que se fala da Leica m3:

    “The M3 of 1953 wasn’t just a new camera, it was an entire rethinking of what 35 mm cameras should be. It signaled an entirely new level of excellence, not only for Leica, but for the entire camera industry. The M3 was so far advanced for its time that it took other camera companies about FOUR years to offer any real competition – – the Nikon SP. It was kind of like introducing a sports car when the competition was a four door sedan ! Sales took off like no other pro rangefinder, before or since.”

    Ai você segue e vê quem usava Leica M3? Um tal de Cartier-Bresson, um outro fulano ai chamado Sebastião Salgado (que terminou com uma m7)? Quem, famoso, usava uma Mamiya 7ii? …..

    Eu já usei uma mamiya 7ii, linda, maravilhosa, como dirigir um landrover, mas qual foi o impacto histórico da maquina que justifique ser colocada na frente das Leicas? Nikon SP, Canonet… todas tiveram muito mais impacto que a Mamiya, sejamos francos.

    Nem vou falar da ausência do sistema OM nessa lista?

    Contax RTS… tenha paciência…

    Responder

  • Rogério Bueno
    12/05/2012 em 12:46 pm

    Poxa, nenhuma Minolta!? Só eu que tô nessa vida!? hehehehe

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  • 09/05/2012 em 8:42 pm

    E cadê a numero 2? rs

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  • ca
    09/05/2012 em 4:44 pm

    achou que faltou alguma zenit nessa lista hahaha

    Responder

  • 09/05/2012 em 3:04 pm

    A Pentax 6×7 é fantástica e realmente parece uma SLR gigante. Já vi uma e tirei uma foto com ela. Devido ao seu peso, tamanho do espelho e movimento do mecanismo, é quase impossível fazer fotos na mão devido a grande tremedeira.
    Possui lentes afiadas como a 45mm (grande angular), 90mm (equivalente a 50mm em 135), 135mm e assim vai.
    É uma câmera fantástica.
    Encontra-se boas câmeras como essa em São Paulo, nas lojas do centro, bem conservadas e a preços muito bons (em torno de R$1200,00 com a lente de 90mm).
    Parabéns pelos dois posts.

    Responder

  • claudia
    09/05/2012 em 2:22 pm

    André, tenho algumas dessa cameras e são realmente excepcionais. Tenho inclusive uma brownie, que estava abandonada e eu resgatei na família. Tira fotos ótimas!
    Agora, tenho um problema: uma SX-70 que teve os espelhos quebrados (faz chic-chic, qdo balanço) e não consigo ninguem para arrumar. Alguem teria uma dica?

    Responder

    • 09/05/2012 em 4:36 pm

      Claudia, infelizmente não sei nem se tem como consertar. Digo… não sei se existe peças de reposição… pelo menos não no Brasil…

      Porém, se fosse você, ligaria pra todas as oficinas de manutenção de fotos eu encontrasse. Sempre existe a chance de uma delas fazer esse trabalho!

      Responder

  • Danilo Medeiros
    09/05/2012 em 2:05 pm

    Concordo com o André. Como assim a Trip não está no Top5 da lista???

    Responder

  • 09/05/2012 em 1:44 pm

    E que tal comprar uma câmera como aquela SX-70, só que RESTAURADA como nova? Podendo até escolher entre o modelo convencional ou a Sonar (com autofoco, se você for preguiçoso).

    Quem vende é a Photojojo (aqui ó: http://photojojo.com/store/awesomeness/polaroid-sx-70-camera/) que além dessa belezinha, tem outras coisas interessantes.

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