Você com certeza já fez AQUELA foto e pensou “CARALHO Caramba!!! Estou um verdadeiro MESTE!!!” Acertou na regra dos terços. “Zerou” o fotômetro. Não perdeu nenhum frame daquele rolo de filme único… Chega bateu aquele calorzinho no peito quando examinou os negativos e pensou que já pode até fazer um projeto pessoal para mostrar a sua estética por ai, certo?
Pois é… Você está errado. Errado não – você é apenas um FRACO.
“Peraê rapá… Quem você pensa que é para me chamar de FRACO?!!?!?”
Sou um igual. Um apaixonado e medianamente habilidoso churrasqueiro de película que está aqui para lhe fazer uma chamado. Estou aqui para lhe convidar a dividir comigo uma dose - amarga feito Gin - de humildade. Um refrescante banho gelado na realidade que separa os rascunhos que fazemos daquilo que gente como Izan Petterle, Christian Cravo, Iatã Cannabrava, Mestre Júlio e Bob Wolfenson fazem.
Aqui assumo: as vezes eu tenho medo de folhear alguns dos livros que tenho em casa. Sejam a trilogia de Ansel Adams ou “Fotografias” de Araqúem Alcântara (desse último, até uma certa tristeza).
Não me leve a mal. Todos nós temos o dever de enfrentar as nossas limitações. Só assim podemos fortalecer a nossa arte e alcançar o pleno potencial de nossas habilidades. Lendo (MUITOS) livros, escutando músicas e deslumbrando-se com as mais belas imagens… e engolindo a seco a nossa pequenez diante dos grandes exemplos que a humanidade já produziu.
E como bom brasileiro, eu adoro a “comidinha aqui de casa” – e tenho o DEVER de compartilhar com vocês a série Caçadores da Alma, que está sendo exibida na TV Brasil/EBC.
São episódios temáticos semanais que farão bem para todos nós, que amamos e sofremos com a fotografia. No primeiro episódio fomos agraciados com o melhor da fotografia de natureza (meu favorito até agora). No segundo, abaixo, os arquétipos analógico/digital/equipamentos/photoshop/etc são discutidos por quem entende do ofício. imperdível para fãs do filmes como nós.
A fotografia é uma paixão. Como tal, nos oferece algumas das mais valiosas lições da vida. Algumas são bem amargas, mas DECIDIDAMENTE eu não vou deixar de tomar o meu gole.


Adorei o texto Bruno! Muito estimulante!
Não sei como fotógrafo (ainda), mas como escritor, puxa vida! Se destaca!
Parabéns!
E claro, assistirei aos vídeos!
“Churrasqueiro de película”, AHHAHAHHAA
Ri Alto!
:)