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David Emitt Adams e seus suportes para Tintype

por em 13/06/2013
 

Hoje estou aqui para compartilhar de uma publicação original do site PetaPixel que anda dançando bastante por aí, e não é à toa! O conteúdo é tão legal, que vale a pena postar aqui no Queimando Filme pra quem ainda não viu, ver também! :)

Mas e aí, do que se trata? Experiências! Melhor: Experiências analógicas, o que torna tudo mais divertido.

11_Student-Tintype_012-copyO fotógrafo David Emitt Adams é um cara que adora buscar diferentes caminhos para realizar seu trabalho, incluindo o Tintype, processo fotográfico histórico que utiliza de placas de metal pintadas de preto como suporte para a emulsão e reprodução de fotografias. Pois bem, como dito no post do PetaPixel, David já havia trabalhado previamente com essa técnica em latas abandonadas que achou no deserto, e parece que gostou da coisa!

Após dar uma aula de introdução à fotografia, onde os alunos aprenderam conceitos básicos usando câmeras analógicas e revelando suas próprias fotos em um laboratório, ele se viu diante de uma pilha de rolos de filme vazios e resolveu fazer algo com aquele material aparentemente inútil.

Ao entender que aqueles rolos, de onde saíram os filmes com as fotos que seus alunos aprenderam a planejar, entender, produzir e revelar tiveram papel importante na aprendizagem dos estudantes, David decidiu compartilhar a experiência com eles, reutilizou os rolos vazios, transformando-os em suportes para fotografia (quem disse que não existe sustentabilidade na fotografia?), e para fazer essa “arteiragem”, ele usou do processo Tintype novamente.

11_Display_01-copyCada estrutura de rolo fora achatada e transformada em uma peça plana retangular, tornando-se base para os retratos que fez de seus alunos. Daí que o resultado final ficou tão bacana que virou série, o 36 Exposures, com direito a uma bela caixa/display que armazena e apresenta todos os 36 retratos dos alunos. David explica que a utilização dos rolos e do processo expressam seu fascínio com a natureza evolutiva da fotografia, representação e cultura.

Demais, não? Quem não queria ter um professor desde tipo, ao menos uma vez na vida?

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