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Na Sua Bolsa #33: Marisa Costa

por em 07/09/2013
 

A ala portuguesa continua a ganhar força aqui no Queimando Filme! Hoje é a primeira vez que temos uma portuguesa escrevendo para o Na Sua Bolsa. Convidei a Marisa para partilhar connosco a sua bolsa porque… bem, descubram vocês mesmos!

Na Sua Bolsa; Marisa Costa

Na Sua Bolsa; Marisa Costa

Olá, meu nome é Marisa Costa e “I have a dream”, na verdade, “I have a lot of dreams”!!! Um deles realiza-se nestes próximos dias (nota: nesse momento ela já está viajando): a tão sonhada viagem a Nova Iorque! Um outro sonho é saber fazer uns “rabiscos com a luz”, ou seja, saber fotografar minimamente a realidade que me rodeia… E ainda estou um pouco longe disso! Sou uma benjamim na fotografia e por isso ainda tenho pouco material fotográfico. Bem, face ao desafio lançado pelo Diogo, vou mostrar-vos o que levo na minha bolsa para Nova Iorque. (Aviso importante: é uma amostra muito selecionada, pois como sabem uma bolsa de moça leva 1500 coisas/acessórios!)

Como podem ver nas imagens, as máquinas que eu levo para a cidade que nunca dorme são: a Diana F+ Metropolis, a Olympus Trip 35 e a Olympus µ [mju:].

A Diana F+ foi a primeira máquina analógica que comprei (há pouco mais de meio ano). Escolhi esta edição por gostar de coisas diferentes e por apresentar um design inspirado em viagens, espelhando o gigantesco gosto que tenho por viajar. Nela tenho um filme PB 120, iso 100, pronto a disparar!!!! Levo ainda um rolo extra, um color negative 120, iso 400.

A Trip 35 é a minha mais recente aquisição… ainda não a testei e nada melhor que a cidade que nunca dorme como cenário para a utilizar pela primeira vez. Decidi “acolher” esta máquina por 2 motivos. É simples, linda e mais sofisticada do que a Diana F+! Afinal são 3 motivos… (4º motivo oculto: verificar se com esta camera perco menos fotos!). Nela tenho um Fuji C200.

A Olympus µ [mju:] é uma máquina que tinha esquecida cá em casa, com um rolo antigo com iso 100. Vou levar para captar o cenário com um outro rolo, outra estética! É também uma máquina de transição da era analógica para a digital e que me dará uma experiência diferente.

Sumarizando… levo 3 máquinas com princípios e mecanismos de funcionamento algo diferentes, mas com uma finalidade única… tirar belas fotos!  É um sonho que levo para Nova Iorque…Veremos o que se “revela” deste safari fotográfico!

Resolvi partilhar também algumas coisas que me acompanham sempre em qualquer viagem… O guia/mapa para me orientar no destino, e nesta viagem será também útil para o mapeamento das fotos. Os óculos de sol, muito importantes para proteger as “lentes” que nos permitem enxergar e que, tal como as máquinas, “acolho” vários… O bloco de notas, não para apontamentos sobre fotografia (essas serão momentâneas e sem grandes truques…), mas para anotar algum pensamento, detalhe do contexto, da vivência, das pessoas, que a memória “fotográfica” ou de outro tipo não permita registar. E por último, o mp3, esse meu grande amigo, que já faz parte dos meus acessórios diários… Ao ritmo da música toda a realidade – cidades, contextos, pessoas – ganham um outro significado.

Mas… e porquê a moça usa como fundo o xadrez?! Ora bem, não foi por acaso! O xadrez representa desafio, estímulo, visão, dinâmicaE é isso que para mim fotografia significa.

Ahh, outra coisa que levo comigo… é o sorriso! O sorriso é sempre uma boa foto de nós mesmos… Por isso, para além da parafernália de material fotográfico, nunca esquecer o sorriso!

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