2comentários

Na Sua Estante #04: Rosemeire Carvalho

por em 22/02/2014
 

Mais um sábado, mais um dia pra mostrar as câmeras dos nossos leitores.

E a estante da vez é da Rose Carvalho:

Rosemeire Carvalho

Sou do tempo da fotografia analógica, o que significa que fotografar com filme foi um retorno, uma agradável volta. Mas como todo mundo, ou quase todo mundo, me rendi às novidades tecnológicas. Então quando as câmeras digitais ficaram um pouco mais acessíveis acabei comprando uma, compacta mesmo.

Um dia olhando minha mala de fotos – sim eu tenho uma mala onde guardo as fotos que fiz de amigos, viagens, família… – percebi que não tinha nenhuma foto de meu neto, na época com dois anos, impressa. Tudo que tinha dele estava guardado ou perdido no computador. Olhando aquelas fotos da mala me deu uma nostalgia grande e resolvi resgatar a prática de fotografar com filmes.

Essa introdução é para contar como cheguei às câmeras que tenho hoje. Então vamos lá: um dia passando pela Galeria 7 de abril, a caminho de comer uma feijoada com os filhos e netos – depois da revelação de que eu teria que voltar à fotografia analógica – olhando as vitrines da lojas, uma Pentax K-1000 sorriu pra mim. Não resisti, comprei a câmera e um pro image 100 e fotografei o almoço familiar. Nesse mesmo dia minha filha mais velha, notando meu interesse pelo novo mimo me disse: “tenho duas câmeras em casa guardadas, você quer?” Assim se juntaram a K-1000 uma Practika bc1 e uma Canon EOS 30.

Um amigo adepto da foto analógica me “apresentou” a rangefinder. Fiquei apaixonada e comprei uma Canonet QL 17 GIII. De posse de duas Canon, e já uma fã da marca, comprei uma Canon AE-1 Program.

Lendo mais sobre fotografia, câmeras e fotógrafos, descobri a Olympus OM-1, compacta e leve, mais a qualidade ótica da lente Zuiko, me conquistou e ela foi fazer companhia às outras  em minha estante.

A essa altura eu já tinha adentrado no reino das médio formato o que me levou a adquirir uma Mamiya 645. Amor à primeira vista, aquele negativo enorme, o tempo que se leva pra fazer uma foto… enfim uma médio formato.

Para terminar ainda achei uma Canon Sure shot 85 perdida em uma gaveta. A pobre tinha sido abandonada quando comprei a primeira digital. E recentemente ganhei de uma grande amiga uma Nikon F65, que vai pra revisão antes de entrar pra estante. Tenho também uma Canon T3i com a qual fiz a foto que ilustra o texto.

Essa é minha estante, procuro manter todas as câmeras em uso e estou tentando levar essa paixão pelo analógico ao outros membros da família e amigos. Já obtive sucesso pois a Practika  não aparece na foto porque está com filha mais velha.

 

Quer mostrar suas câmeras também? Faça como a Rose e manda um e-mail para contato@queimandofilme.com com uma foto e um texto falando um pouco sobre as câmeras.

Quanto vale esse post pra você?
Pense nisso e, se achar justo, colabore conosco! Você pode apoiar o Queimando Filme através de doações (faça a sua aqui!), divulgando esse post para seus amigos, ou até simplesmente clicando nos banners dos anunciantes! Tudo isso ajuda o Queimando Filme a continuar postando conteúdo de qualidade para todos os amantes da fotografia analógica ;-)

comentários
 
Deixe uma resposta »

 

Deixa aí seu comentário!