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Minha Primeira Vez #03: Rute P

por em 27/06/2014
 

A série continua! A terceira a subir ao pódio é a Rute, minha companheira de viagem aqui da velha terrinha. Passo a palavra e deixo que seja ela a vos trazer novidades aqui desse lado do oceano.

Podia começar pela primeira máquina fotográfica que comprei, na altura com 16 anos. Uma Nikon que anda perdida algures, e com a qual fui tirando umas fotografias aqui e ali. Mas não foi isso que me deixou com o bichinho da fotografia. Foi provavelmente quando tirei umas fotos com uma máquina emprestada, desta feita uma Nikon F70 – tendo em conta que nem sei que lente estava a usar, já diz muito da atenção que prestei, e também do porque não é o que vejo como a minha primeira vez com filme.

Daí passei para o digital, primeiro com uma compacta, seguida de um breve período com uma bridge, e depois uma DSLR. E foi quando troquei já em Novembro passado a D80 pela D7100, que surgiu, a par da nova miúda digital, a curiosidade com o analógicoNa altura cruzei-me com o Queimando Filme, e com o Diogo, e fascinou-me a cor, a diferença, a textura do filme. 

2miudas

E foi assim que recuperei a velhinha Chinon CM-5 do meu pai e resolvi dar-lhe uso novamente. Fiquei contente ao perceber que ainda funcionava. Já na digital sempre privilegiei lentes fixas, e com esta não é diferente. A 28mm f/2.8 não mais saiu do corpo, e tem andado comigo e com a irmã mais nova por aí. Ao fim de alguns clicks, o fotómetro resolveu que não queria colaborar, mas ainda assim os resultados deixaram-me entusiasmada. Depois do primeiro filme estar revelado – um Kodak Colorplus ISO 200 35mm -, perdi-me na lomography e comprei um pequeno lote de filmes. Depois do negativo colorido, passei para o cromo, com um Velvia 50, e ainda tive a oportunidade de experimentar o meu primeiro pb – T-Max 100 – numa camera diferente, a Exa 1c do Diogo. Deixo duas fotos com cada um dos filmes, porque todos eles representam um pouco desta minha primeira vez.

 

Mais que substituição, parece-me uma forma tão interessante de complementar o melhor de dois mundos. O imediato (e sem custos após a compra inicial) do digital, com a possibilidade de repetir e alterar parâmetros até se conseguir “aquela” foto, a par da magia do filme. Há muito para pesquisar e aprender, mas para já estou a concentrar-me em simplesmente aproveitar este regresso.

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comentários
 
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  • 23/10/2015 em 6:33 pm

    Realmente a fotografia analógica tem uma magia muito mais incrível e lindas fotos, estou aqui reunindo os pensamentos e logo vou postar minha história também.

    Responder

  • Flávia
    29/04/2015 em 11:24 pm

    Estou adorando o blog. Li alguns posts e vim parar aqui. Adorei as fotos da Rute.
    Não sei nada sobre fotografia, mas fui mordida pelo bicho da fotografia, mas para ser uma amadora. Já encomendei uma Pentax k1000. Espero logo começar a usá-la, depois que aprender como se usa e muito mais.
    Passo mandar as fotos da minha primeira vez com analógica para vocês?
    Beijos.

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